Segundo o encarregado chefe da empresa PSO, a parada provisória foi para que seja feita a estabilização do solo nas cabeceiras da ponte.
Na tarde da ultima (segunda-feira 27) a equipe do Portal J1 esteve no canteiro de obras do binário Jacumã, especificamente no acesso a ponte do rio Gurugí, para acompanhar de perto a retomada do trabalho naquela área. Na reportagem completa você vai ficar sabendo o prazo de conclusão da obra, e os flagrantes da má educação de pessoas que mesmo sabendo que o trecho estava interditado, continuavam passando pelo local.
Depois de reclamações de alguns ouvintes feita no programa conexão cidade apresentado por Jairo Silva e Arimateia Souza na Radio Jacumã FM 87.9, as obras foram retomadas de vento e poupa naquela área da estrada.
A nossa equipe foi recebida pelo encarregado chefe da empresa PSO a empreiteira que realiza as obras do governo do estado no binário.
Segundo o senhor Marcelino, a obra estava parada não por abandono e sim para que houvesse uma estabilização do solo naquela área, já que se trata de uma cabeceira de ponte e o terreno é de manguezal, o encarregado disse ainda que é feito todo um estudo de topografia uma vez por semana pra ver se o solo estabilizou, ou seja, parou de ceder, Marcelino adiantou ainda que não se pode conclui o asfalto definitivo nessa área enquanto o solo nas cabeceiras da ponte não se tornar estável definitivo.
O encarregado também falou da má educação de usuários que mesmo vendo as placas de sinalização, informando que o trecho, ou seja, que esse lado à estrada está interditado para tráfego de veiculo, continua em transitar pelo local, não são apenas motos mais carros também como nossas câmeras flagraram no meio da nossa entrevista.
A reportagem do J1 falou com um dos motoqueiros e perguntou se eles viram as placas de advertência, mesmo afirmando que sim eles disseram que o veiculo é moto e dar para passar tranquilo.
Outro ponto que também foi mencionado pelo encarregado chefe da obra, foi um pequeno balneário que se alojou em baixo da ponte, segundo ele essa espécie de diversão mesmo que aparentemente inocente, está trazendo sérios problemas para as obras, ele disse que além de contaminar o leito do rio com detritos e resto de alimentos, alguns vândalos que vão a essa espécie de bar, quando vão embora causam vandalismo nas obras, eles quebram os gelos baianos, colocam fogo nas matas e causam transtorno para nós disse o encarregado.  
Sobre o prazo de conclusão da obra o encarregado adiantou que depende da estabilização desse solo na cabeceira da ponte, ele disse ainda que isso pode ocorrer em até sete meses pelo fato do terreno ser um manguezal.
J1/ Créditos fotos /Jairo Silva