Mesmo em prisão domiciliar, Collor supera R$ 1 milhão em gastos com passagens e hotéis em 2025

Despesas relacionadas ao ex-presidente colocam seu nome entre os maiores custos da União com ex-chefes do Executivo neste ano.

Foto: Reprodução / Arquivo


O ex-presidente da República Fernando Collor voltou ao centro das discussões após a divulgação de dados sobre despesas da União com ex-chefes do Executivo. Mesmo em prisão domiciliar desde abril, gastos relacionados ao ex-presidente já ultrapassaram a marca de R$ 1 milhão em 2025, principalmente com passagens aéreas, locomoção e diárias em hotéis.


De acordo com as informações divulgadas, aproximadamente R$ 1,03 milhão foram destinados a despesas de deslocamento e hospedagem ao longo do ano. Os custos estão ligados à estrutura de apoio garantida por lei aos ex-presidentes, que inclui equipe de assessores e suporte administrativo.


No levantamento geral das despesas, Collor aparece entre os ex-presidentes com maiores gastos registrados no período. A lista é liderada pela ex-presidente Dilma Rousseff, que atualmente preside o Novo Banco de Desenvolvimento, instituição ligada ao bloco dos BRICS e sediada na China, o que envolve viagens internacionais frequentes.


A divulgação dos números reacendeu debates sobre os benefícios concedidos a ex-presidentes no Brasil. Pela legislação vigente, ex-chefes do Executivo têm direito a estrutura de apoio custeada pelo Estado mesmo após deixarem o cargo.


O tema voltou a ganhar repercussão nas redes sociais e no meio político, levantando discussões sobre transparência e controle das despesas públicas relacionadas a ex-presidentes.







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